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Notícias / Meio Ambiente

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Sem Chuva, Sem Consumo Consciente, Sem Água Potável.
Mirassolândia - quarta-feira, 14 de maio de 2014

A falta de chuva, em várias regiões do país, vem acumulando problemas em diversos setores que atingem a população de forma direta. Os mais perceptíveis e mais divulgados pela imprensa são os riscos de falta de energia, os temidos apagões, e a falta de abastecimento e distribuição de água potável.

O Rio Grande (fotos da internet), que ao longo do seu curso move 09 usinas hidrelétricas, entre elas a Marimbondo, que se avizinha ao nosso município, tem sido pauta constante das mídias, dando conta de que a falta de chuva tem afastado as margens dos seus lagos, formados pelas usinas, em até 04 km. O baixo nível das águas represadas e no seu leito normal provoca o mau desempenho das usinas e prejuízos incalculáveis nos setores da pesca e turismo e aos agricultores, que captam água para distribuir em forma de irrigação nas suas plantações.

A região metropolitana de São Paulo, que em grande parte é abastecida pelo sistema Cantareira (fotos da internet) desde 1973, devido à estiagem prolongada, está com a sua capacidade reduzida a 8,9%; se voltar a chover na média, levará cinco anos para recuperar 70% de sua capacidade. As autoridades estão tomando medidas para conter o gasto de água, inclusive estabeleceram o sistema de rodízio para distribuição e cogitam aplicar multas para quem gastar água em excesso.

A seca também se abateu sobre o rio Tietê (fotos da internet), cujo leito está 04 metros abaixo do seu nível normal, isto está prejudicando uma das maiores hidrovias do país, a Tietê-Paraná. Os comboios que transportam grãos e açúcar, os maiores que têm 2,29 metros de calado, a parte que fica submersa, já estão impossibilitados de navegar pelo rio devido ao risco de encalharem; do total de 21 comboios, apenas 07 estão liberados. O tempo de viagem que era de 07 (sete) dias, aumentou para 03 semanas. O aviso prévio para 280 dos 350 funcionários já é realidade.

Aqui em Mirassolândia, como em outras cidades do país, o período de estiagem prolongado vem afetando diretamente a captação de água do subsolo. Os reservatórios municipais passaram por higienização, impermeabilização interna, pintura externa e outros reparos para atender as exigências da ANVISA – Agência Nacional da Vigilância Sanitária - estão com os equipamentos de extração e tratamento revisados, tudo em perfeitas condições para trabalhar, mas não existe água no subsolo para ser extraída na quantidade necessária para atender a demanda do município. O Departamento de Águas e Esgoto do município sabe que tem faltado água em várias regiões da cidade, mas já está tomando providências no sentido de restringir a distribuição de água potável apenas na área urbana, o que deve ser perfeitamente entendido pelos que não receberão mais água potável em suas propriedades rurais, pois esta concessão se deu numa época que existia água em abundância e a zona urbana era menos povoada. 

O Departamento avisa que a falta de água poderá se agravar, mesmo com as medidas previstas, caso a seca perdure e os munícipes não fizerem uso consciente da água potável.    

O futuro chegou, aquele anunciado largamente por especialistas, que sentiríamos os resultados dos descasos, dos desmandos contra a natureza e os seus recursos. Desde então, poucos têm evoluído com propósito de reverter ou pelo menos amenizar esta situação. 

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GATS
 
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