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População

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Em 2002, como em 2000, Mirassolândia classificou-se no Grupo 3 do IPRS, que agrega municípios com baixos níveis de riqueza e bons indicadores sociais. Exibe escore de longevidade semelhante ao do Estado e seu melhor desempenho foi em escolaridade, traduzido por significativa ascensão em relação à média estadual.

Riqueza: redução em todas as variáveis

Mirassolândia ocupou as seguintes posições no ranking de
riqueza:
2000 – 425ª
2002 – 523ª

Comportamento das variáveis que compõem esta dimensão no período 2000-2002:
• o consumo anual de energia elétrica por ligação no comércio,
na agricultura e nos serviços diminuiu de 6,9MW para 4,2MW;
• em 2002, o consumo de energia elétrica por ligação residencial manteve-se ainda abaixo da meta de racionamento estabelecida para 2001, ou seja, a redução do consumo foi superior a 20%, variando de 1,8MW para 1,4MW;
• o rendimento médio do emprego formal reduziu-se de R$582 para R$531;
• o valor adicionado per capita diminuiu de R$3.670 para R$3.047.
O município apresentou redução nesta dimensão, como a quase totalidade dos municípios do Estado, por causa da retração do consumo de energia elétrica imposta pelo racionamento de
2001. Em razão da redução registrada no valor adicionado per capita e no rendimento médio do emprego formal, o município perdeu posições no ranking.

 


 Longevidade: redução da taxa de mortalidade dos idosos

Mirassolândia ocupou as seguintes posições no ranking de
longevidade:
2000 – 196ª
2002 – 339ª

Comportamento das variáveis que compõem esta dimensão no período 2000-2002:
• a taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos vivos) aumentou de 11,3 para 13,9;
• a taxa de mortalidade perinatal (por mil nascidos) elevou-se de 14,1 para 19,2;
• a taxa de mortalidade das pessoas de 15 a 39 anos (por mil habitantes) decresceu de 1,7 para 1,6;
• a taxa de mortalidade das pessoas com 60 anos e mais (por mil habitantes) reduziu-se de 42,8 para 39,0.
As baixas taxas de mortalidade infantil e da população adulta jovem asseguraram o índice sintético próximo ao do Estado, porém o município perdeu várias posições no ranking por causa dessas variações. Recomenda-se cautela na análise da variação das taxas por se tratar de pequeno porte populacional.


 Escolaridade: aumento da taxa de atendimento à pré-escola

Mirassolândia ocupou as seguintes posições no ranking de
escolaridade:
2000 – 182ª
2002 – 82ª

Comportamento das variáveis que compõem esta dimensão no período 2000-2002:
• a proporção de pessoas de 15 a 17 anos que concluíram o ensino fundamental cresceu de 67,6% para 75,7%;
• o percentual de pessoas de 15 a 17 anos com pelo menos 4 anos de estudo variou de 93,6% para 94,2%;
• a proporção de pessoas de 18 a 19 anos com ensino médio completo variou de 45,5% para 44,6%;
• a taxa de atendimento à pré-escola entre as crianças de 5 a 6 anos elevou-se de 47,6% para 93,0%.
O município avançou 100 posições no ranking, pois ampliou muito seu indicador de escolaridade. O progresso nesta dimensão deveu-se aos avanços registrados na proporção de concluintes do ensino fundamental e na taxa de atendimento à pré-escola.

 


 

Informações Referentes ao Índice Paulista de Vulnerabilidade Social (IPVS)

População total em 2007 (habitantes) 4.099
População residente nos grupos de vulnerabilidade média, alta e muito alta1 (em %) 100,0
Responsáveis pelo domicílio alfabetizados (em %) 82,3
Responsáveis pelo domicílio com ensino fundamental completo (em %) 20,3
Anos médios de estudo do responsável pelo domicílio (em anos) 4,4
Rendimento nominal médio do responsável pelo domicílio2 (em R$) 421
Idade média do responsável pelo domicílio (em anos) 47
Mulheres responsáveis pelo domicílio (em %) 15,7
Crianças de 0 a 4 anos no total de residentes (%) 8,0
Tamanho médio do domicílio (em número de pessoas) 3,4

Fonte: IBGE. Censo Demográfico 2000; Fundação Seade.
(1) Para mais informações, ver relatório metodológico (FUNDAÇÃO SEADE. Índice Paulista de Vulnerabilidade Social: espaços e dimensões da pobreza
nos municípios do Estado de São Paulo – Metodologia. São Paulo, 2004).
(2) Em valores de julho de 2000.

 
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